terça-feira, 30 de outubro de 2012

O GOVERNO - Passos Coelho - FALHOU, e DAÍ? O que li hoje no DN é apavorante.o título:" Passos ameaça PS: ou negoceia ou haverá um segundo resgate". Outras citações: Gaspar disse em 26 de Outubro "Aparentemente existe um enorme desvio entre aquilo que os portugueses acham que devem ser as funções sociais do estado e os impostos que estão dispostos a pagar". Este personagem tem tudo a perder com o falhanço da sua política económica. para aquilo que tem estado a fazer, qualquer um fazia, não sendo necessário um economista sábio, pela fama que tem. É um palmarés que não é abonatório para os voos que eventualmente pretende para a sua carreira. O QUE SE ESPERAVA É QUE DEFENDESSE UMA POLÍTICA ECONÓMICA A BEM DOS PORTUGUESES NO QUADRO DAS FUNÇÕES SOCIAIS DO ESTADO E QUE A CONSTITUIÇÃO PREVÊ. Não foi capaz de o fazer. Em 29 de Outubro Passos Coelho disse: " Hoje sabemos que para conseguirmos (cumprir o programa de ajustamento) temos de realizar uma reforma mais ampla do Estado do que aquilo que era previsível há um ano e meio. Faz sentido que todos os partidos do arco governativo possam produzir um debate e um entendimento franco sobre o que deve ser essa grande reforma do Estado". " Nós pretendemos preservar o Estado social, evitando justamente que o país venha a necessitar de um segundo resgate para que possa assumir os seus compromissos sociais". Mas não foi na mira do segundo resgate, pese embora mantendo os compromissos sociais, que foi seguida a política como até agora, onerando o povo português com os encargos até agora impostos. FIZERAM-NOS CRER QUE COM A POLÍTICA SEGUIDA, NÃO RENEGOCIANDO, NEM PEDINDO MAIS TEMPO, TUDO ESTAVA NOS CONFORMES, ESTABELECENDO MESMO METAS EM ANOS PARA PAGAMENTO DOS SUBSÍDIOS (2014) O REGRESSO AOS MERCADOS (2013) e SEI QUE MAIS. VEM AGORA ACENAR QUE HÁ INCOMPATIBILIDADE ENTRE O QUANTUM DE IMPOSTOS E OS ENCARGOS DO ESTADO SOCIAL. AÍ OS SAFADOS!

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

AQUI DE MILHEIROS É aprimeira vez que escrevo deste lugar da freguesia de Areias - Concelho de Ferreira do Zézere. É um sítio que chamo de Portugal Profundo, designação que ultrapassa de longe o Portugal da Província. Aqui estou eu com a minha Okolbai, os dois, na mai pura das calmas, longe do reboliço lisboata.No exterior um silêncio, mesmo silêncio. Em casa, nos primódios do frio outonal, temos o nosso aqucimento central, temperatura amena, uma maravilha. Vou é aproveitar para pôr em dia o que já havia escrito e que uma maledita do computador me traiu. Era a propósito do que queria escrever a propósito de ASPP (sindicato da PSP), da APG (associação profissional da GNR), da ANS, AP e AOFA (associaçes profissionais de Sargentos, de Praças e Oficiais das Forças Armadas). É com muita alegria que vejo estes organismos representativos a intervir activamente na solução dos seus problemas contextualizando-os numa visão mais ampla da crise que assola e aflige a generalidade dos cidadãos.Só de pensar a oposição que foi feita contra a existência destes rganismos e a força e o prestígio que hoje detêm. Revejo-me neles, uns por ter acalentado desde as suas origens - caso da Pro-ASP/PSP, antecessora da ASPP, APG e mesmo as associações militares quew sempre contaram com o meu apoio activo,mesmo qantes do seu reconhecimento institucional.Ainda hoje a APG divulga um comunicado que minutei contra o mlitarismo que grassa na GNR. Asim vai o mundo.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

E aqui vou eu. Escrevi hoje um artigo relativo ao envolvimento de magistrados em actividades não judiciárias. Tal ocorre por ocasião em que o dr. Rui Rangel concorre para a presidência do Benfica. Não concordo com este tipo de envolvimento, como não concordo com o envolvimento como membro de governo (na política) apesar dos estatutos dos magistrados o admitirem. Bom vamos ver se o Diário de Notícias publica o escrito.

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Recomeçando......

Recomeçando....... Ontem, dia 22 de Outubro de 2012 em que tencionava reactivar este Blog, houve um Flip-Flop e tudo desapareceu. Paciência recomeça-se. "Quem não conseguir pela 99ª vez conseguirá pela 100ª vez". A razão deste meu interregno, embora mais curto que o da veza passada, ficou a dever-se a umas certas intervenções que me ocuparam um certo tempo. Foi o caso de escrever artigos para o Público e Revista do Inatel e sobretudo preparar um escrito, cerca de 20 e tal páginas em geito de uma acção de Formação a dirigentes e Delegados Sindicais da ASPP. Depois, é ainda a assistência familiar, incluindo os netos. E esta realidade diz tudo. ESTAMOS EM PLENA CRISE.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

EQUACIONAR A QUESTÃO SÍRIA Ora bem. Tem sido grande o interregno, atendendo a que hoje estamos a 17.09.2012. O mundo move-se; agita-se; queremos fazer muito e tudo - resultado, ou se dispersa-se ou nada se faz. Felizmente, o meu é o 1º caso. Tem havido outra actividade, escrita nos jornais, ex: caso de Segurança - um conceito mal enquadrado ou um artigo para a revista do Inatel - uma mente desempregada ou participar em dias comemorativos - dia nacional do praça das Forças armadas. Bom, suponho estar agora mais aliviado e por isso ser mais assíduo, num blog que anseio seja mais eloquente, mais produtivo e mais contribuinte para uma sociedade mais justa e pela PAZ. O tema é SÍRIA. Bem ou mal caberá aos sírios encontrar o seu caminho de auto-realização. O que não é de admitir é que outrem intervenha na auto-destruição deste povo e país. Uma revolução nacional, uma guerra civil, um regime autoritário é coisa que não tem escapado à história. Sem ter que citar exemplos, pergunto simplesmente: Porque e a que título aí intervém a América, ou a Inglaterra se coloca como fazedora de justiça? Acaso Síria pertence desses países? ABC

quinta-feira, 31 de maio de 2012

MENSAGENS DE UM BLOGUE ANTIGO-ABCGUERRAPAZ Serei breve. Subjacente está o valor tributado à VIDA HUMANA. É óbvio que a questão ou debate que proponho com vista a uma possível solução tem de ser apreciada tendo presente o que se passa nos dias de hoje, diante dos nossos olhos. Para começar proponho que nos debruçemos na seguinte contradição decorrente de um caso concreto recente: uma trégua de 3 horas em pleno teatro de guerra com vista a viabilizar auxílio humanitário para logo a seguir ser retomada porventura matando slguém, alguns ou a totalidade dos acabados de ser assistidos. O que? Salvar a vida legitimando o processo para a morte? Penso que a responsabilidade do que acontece por este mundo fora em matéria de sustentação ou eliminação da VIDA é também um pouco nossa. Pelos vistos não estou isolado. Veja-se:
" If we do not end war - war will end us. Everybody says that, millions of people believe it and nobody does anything" H.G.Wells - in "The shape of things to come".

"Never think that war, no matter how necessary, nor how justified, is not a crime" Ernest Hemingway.

"Older men declare war, But it is the youth that must fight and die". Herbert Hoover.

Comentários, precisam-se.
Recebi há dias um e-mail de pessoa amiga a quem havia solicitado para participar no debate do tema consignado no 1º CONTACTO. Recebi uma recusa simpaticamente redigida sob a alegação de que a temática era complexa e que não se sentia à altura de sobre a mesma discorrer. Não se absteve todavia de sublinhar que a contradição que eu apontava entre a trégua para efeitos humanitários e o prosseguimento da mesma guerra (com as inerentes consequências, nomeamente com a possível morte de pessoas anteriormente assistidas) era apenas aparente. Na verdade, na sua óptica a questão tinha a sua explicação: Com efeito, dada a inevitabilidade da guerra, era perfeitamente compreensível que houvesse um interregno da guerra para fazer passar apoio humanitário mesmo que daí seguisse o extermínio das pessoas assistidas!
Caridade em tempo de guerra. Assim vai o mundo
Este Governo tem tiques de Lanista…. Um texto do primeiro colaborador-Paulo Contreiras Lanista, (do etrusco "lanista") Homem na Roma antiga que comprava os gladiadores e os ensinava a combater. Proprietário e fornecedor de vários gladiadores para os espetáculos; era também o mestre de armas e professor da companhia. Usava um bastão, como marca da sua autoridade. Todos nós provavelmente já vimos, num qualquer filme alusivo ao tema, combates de gladiadores da antiga Roma, em que os mesmos decidiam entre si quem sobreviveria até ao próximo evento. Pois qual Triunvirato (antiga forma de governo de Roma, constituída por três imperadores), eis que a “troika” põe e dispõe no reino Lusitano, reduzindo a Soberania deste a vestígios irrisórios. Diz a “troika” que 55% das freguesias Lusitanas deverão desaparecer, e o Governo Lusitano, qual lanista bem mandado, obriga as mesmas a decidirem entre si quem sobreviverá, remetendo a decisão para as respectivas Assembleias Municipais. Diz ainda a “troika” que os trabalhadores servidores do Estado não podem progredir nas suas carreiras, mas nas Forças Armadas isso provoca uma quase paralisação da estrutura. O Governo lanista que faz? Diz que sim senhor que podem promover-se militares, sem qualquer aumento de despesa nas rubricas de pessoal, e remete para os Ramos a decisão de quem será promovido e com que condições, correndo óbvios riscos de situações de injustiça relativa, consoante a maior ou menor capacidade financeira de cada Ramo. Ambas as posições do Governo têm vantagens imediatas: atingindo os objectivos do triunvirato remetem o odioso da questão para um patamar intermédio e, quando a coisa correr mal, terão sempre um bode expiatório, quiçá através de uma nova inspecção da IGF que possa vir a detectar mais “irregularidades”… Paulo Alexandre Contreiras Vice-Presidente da Associação Nacional de Sargentos